ATENÇÃO
Proibido para menores de 18 anos.
O conteúdo das próximas páginas pode incluir textos, imagens, produtos ou outros materiais para adultos. Esse conteúdo é dirigido para pessoas maiores de 18 anos e que tenham plena capacidade para acessar produtos relacionados a sexo.
Todas as modelos deste site tem mais de 18 anos.

Para impedir que seus filhos tenham acesso a este site, utilize os serviços das seguintes organizações:

http://www.netnanny.com/
http://www.cyberpatrol.com/

Copyright © 2006 Sexxxy Vídeo - Todos os Direitos Reservados.

Utilize este campo e fique à vontade para escrever suas críticas, dúvidas ou sugestões, nossa equipe estará sempre pronta para melhor atendê-lo.

Seu Nome:
Seu E-mail:
Seu Comentário:
 

contos eróticos

Vizinha Gostosa

Eu era um turista, visitando Poá. Aproveitei, já que estava aqui, para procurar uma amiga que eu não via há muito tempo. Como não tinha por escrito o endereço, resolvi ir pelo que me lembrava. Após algumas quadras e muitas perguntas, acabei achando a rua. Logo adiante, encontrei o prédio, ou pelo menos o que eu julgava ser. O que não me lembrava muito bem, era o número do apartamento. Acabei batendo na porta errada. Atendeu-me uma mulher, de uns 35 anos, morena, cabelos lisos, pretos. Vestia uma miniblusa e uma minissaia, aliás, ambas muito generosas, indicando que, por debaixo delas, havia um grande tesouro a ser explorado.

Após me dizer que não conhecia a pessoa que eu estava procurando, mas que talvez fosse uma vizinha do bloco ao lado, ofereceu-me um copo d' água, pois notou minha tristeza por não ter encontrado o endereço, após tanta procura. Além do mais, fazia um calor enorme. Eu estava com uma camiseta branca, que, com o suor, ficou colada ao corpo, o que contrastava com a cor morena da pele.

A mulher olhou-me atentamente, examinando cada parte do meu corpo. Quando chegou na minha boca, ela fixou-se durante um determinado tempo, como se estivesse imaginando o que aqueles lábios carnudos seriam capaz de fazer-lhe. Sem hesitar, disse sim, aceitando a água oferecida. Educadamente, a mulher pediu para que eu entrasse e aguardasse sentado no sofá da sala, enquanto iria buscar o líqüido que iria saciar a minha sede. Mal sabia eu o quanto essa moça iria saciar, não só a minha sede, mas muito mais que isso. Pediu licença e virou-se em direção à cozinha. Seu caminhar era lento, como se estivesse pisando em nuvens. Sensual, muito sensual. Suas coxas, bronzeadas e roliças, esfregavam-se uma na outra como se, entre elas, houvesse algo que quisesse acariciar (não pude deixar de imaginar meu membro entre elas).

Chegando até a cozinha, a qual ficava em frente à sala e portanto, recebia atentamente o meu olhar, abriu a geladeira e pegou a jarra com água. Propositadamente, deixou cair um pouco d' água. Imediatamente, pegou um pano sobre a pia e, lentamente, ajoelhou-se, para secar a água. Foi quando notei que por debaixo da saia, nada mais havia, a não ser os pelos que rodeavam a sua gruta do amor. Como se fossem guardiães, cuidando da porta do templo da felicidade e do prazer. Meu caralho, respondendo imediatamente ao enorme estímulo, começou a latejar. Sentia cada centímetro crescido, engrossado. Logo a calça ficou sem condições de guardar aquele pau, duro como uma pedra e grande, como nunca estivera antes. A mulher, notando o volume crescer e o suor frio que me tomou conta, continuou a secar o chão, mas agora fazia com que seus quadris acompanhassem o movimento das mãos, indo e vindo para a esquerda e para a direita.

Foi quando não consegui mais responder por meus movimentos. Levantei e me dirigi até ela. Ela estendeu-me a mão, para que eu a ajudasse a se levantar. Em pé, olhou em meus olhos como se conseguisse ler exatamente o que eu pensava. Beijou-me com muito ardor, muita vontade, como se não beijasse alguém há anos. Meu tesão, como é de costume, respondeu selvagemente àquele momento inesperado, mas de incomparável sensualidade. Beijei-a ainda mais forte, colocando sua língua dentro da minha boca, chupando como um gostoso sorvete, mordendo seus lábios, e provando seu gosto de fêmea, seu tesão. Minhas mãos apertavam sua bunda carnuda, e, às vezes, vinham à frente, acariciar sua bucetinha. Ela fazia o mesmo, e quando sentiu meu caralho, apertou-se contra ele, como se quisesse engolí-lo com roupa mesmo. Num impulso, coloquei-a sentada sobre a pia. Minha boca, molhada pela sua, beijava seu pescoço, enquanto minhas mãos lhe tiravam a blusa. Seus mamilos estavam duros. Chupei-os lentamente, hora lambendo, hora mordiscando-os; fui descendo até seu ventre, beijando e lambendo, quando senti que ela aguardava ansiosamente para que eu chegasse até sua xoxota.

Finalmente, cheguei. Minha língua lambia o contorno, às vezes os grandes lábios, noutras, os pequenos, como anunciando algo mais gostoso que viria. Foi quando, enquanto minhas mãos abriam seus lábios, minha língua, suavemente, tocou seu clitóris. A mulher, em resposta a esse toque, apertou fortemente minha cabeça contra sua xota, e gemia muito, o que me dava mais tesão ainda. Então, chupei-a, hora pausada, hora fortemente. Minha língua estava cheia do seu tesão, aliás, minha cara toda estava molhada pelo tesão daquela fêmea que delirava enquanto eu a chupava. Meus dedos, vagarosamente, foram entrando em sua bucetinha. Ela estava quente, muito quente. E muito molhada. Ela então começou a falar.    Pedia, aliás, mandava, que eu a chupasse mais, que era isso que ela queria: "Chupa, vai. Chupa assim mesmo que está muito gostoso. Lambe meu clitóris, chupa minha xotinha, enfia esses dedos, mexe lá dentro, gostoso, bem gostoso, que eu tô delirando!!". Aproveitando uma mesinha que tinha na cozinha, coloquei-a de quatro e mandei que ela rebolasse para mim. Atendeu-me prontamente. A minha visão era o máximo. Aquela bunda, de quatro era linda, e muito gostosa... Aquela xota molhada, parecia que estava pedindo meu caralho, voltei a chupá-la, agora com mais ímpeto. Minha língua percorria cada centímetro seu, e seu clitóris era chupado, como se eu o quisesse engolir. Então, a mulher começou a pedir para me chupar: "Deixa eu chupar esse caralho gostoso, duro, grosso, deixa. Deixa eu enfiá-lo na minha boca, lamber até tu gozar, meu macho gostoso." Sentei-me na mesa em que ela estava enquanto ela colocou-se entre minhas pernas.

Primeiro, me beijou fogosamente, enquanto segurava meu cacete. Olhou-me nos olhos e nem foi preciso falar que iria dar uma boa chupada naquele pau, o qual tinha deixado tão duro. Ajoelhou-se, segurando-o com as duas mãos. Lambeu a cabeça, lentamente, enquanto eu me contorcia de tesão. A cada gemido meu, ela dava mais uma lambida. Meu tesão era inimaginável. Foi quando peguei-a pelos cabelos e mandei que me chupasse: "Faz minha gostosa, faz. Enfia esse cacete na tua boca. Chupa o teu macho, minha potranca, gostosa!" Ela, obediente, chupava com muita vontade, deliciando-se com o meu tesão. Começou a chupar a cabeça, enquanto com as mãos fazia o movimento para cima e para baixo. Chupava com tanto ardor, com tanto tesão, que às vezes parecia que a cabeça iria se separar do resto do meu cacete. Enquanto me chupava, com o canto dos olhos olhava minha cara, minha expressão de prazer. Ela dizia: "É, já vi que gostas disso, de uma mulher de verdade, de uma fêmea selvagem, de uma mulher que não esconde seu tesão, não é?!" Eu, entre um e outro gemido, respondi: "Isso minha potranca, minha mulher gostosa. Quero prazer, quero tesão. Quero uma mulher que saiba foder, que goste muito disso, que peça tudo o que quiser e que faça tudo o que eu quero. Quero um fêmea de verdade, uma potranca, uma puta'.

Ela, gostando do que acabava de escutar me dizia que eu iria ter todo o tesão que quisesse, e então pediu: "Vem meu homem, vem meu macho, come tua mulher, fode tua puta". Coloquei-a deitada sobre a mesa, com suas pernas em meu pescoço: "É isso o que tu queres, pois então agora vou te foder gostoso minha puta, vou te meter esse caralho, do jeito que tu gostas. Olha ele entrando, olha" . Meu cacete estava muito grosso, o que machucou-a um pouco no início, mas lentamente foi entrando; aos pouquinhos, a cabeça, um pouco mais, mais ainda, até quando o senti todo dentro, ela pediu-me para foder muito, foder muito gostoso, gozar gostoso, fazê-la gozar bem gostoso. Meu cacete ia até seu fundinho, sentindo seu útero: "É isso que tu gostas, não é? De um cacete grande, te fodendo, te fazendo puta, te fazendo mulher, então agora goza prá mim, minha putinha, minha cadela, gostosa!" Ela me respondia que era isso mesmo: "Isso meu macho, meu homem, me fode assim, não pára de foder, não pára de falar. Come tua putinha, come..." Nossos corpos suavam muito. A temperatura devia estar na casa dos 50 graus. Sentia meu gozo se aproximando.
Meu caralho entrava e saía, e eu, sentindo-me como, provavelmente, alguém se sente entrando no céu. Era algo mágico, um tesão que há muito tempo que não sentia. Uma vontade de fazer aquilo durante o dia, a semana toda! Peguei-a no colo, sem tirar meu caralho de dentro daquela xotinha deliciosa. Chupava seus peitos, enquanto ela se balançava, fazendo hora devagar, hora enfiando forte, até seu fundo. Levei-a, assim mesmo, naquela posição até a sala. Lá, coloquei-a de quatro sobre a mesinha de centro. Pedi para que ela rebolasse.

Enquanto admirava aquele rabinho gostoso, comecei a me masturbar, lentamente. Ela, vendo o que eu fazia, começou a masturbar-se também, acariciando seu clitóris. Eu dizia: "Mexe, minha mulherzinha, mexe gostoso. Olha teu macho se masturbando por ti, por esse rabinho gostoso, por essa xota maravilhosa. Esfrega tua xota, mexe em teu clitóris". Ela, sentindo o gozo aproximar-se pediu para que eu a penetrasse: "Vai meu macho, vai, come tua fêmea, mete todo esse caralho e goza lá dentro, no meu fundo, goza na tua mulher, na tua cadela, goza lá dentro de mim, que eu quero o teu prazer, o teu tesão". Meu caralho latejava, parecendo que ia estourar, de tanto tesão. Peguei -a ali mesmo, em cima da mesinha de centro, de quatro para mim. Segurei sua cintura com as duas mãos e apontei o cacete para aquela caverna gostosa, que agora iria me fazer gozar. Dessa vez, enfiei o cacete numa estocada só, o que fez com que ela desse um grito. Mas não deu muito tempo para sentir dor, pois nesse momento, tudo era tesão. Com a mão esquerda segurei seus cabelos e com a mão direita dava umas boas palmadas naquela bundinha gostosa (as mulheres não imaginam o quanto ficam gostosas quando estão de quatro, sendo fodidas por um caralho duro, teso). Ela gritava, chorava, gemia, pedia mais, mais, e mais.

Eu vi que estava chegando o grande momento, aquela parte da vida onde o que só se pensa é o prazer, o tesão, enfim o gozo. Eu fodendo aquela fêmea gostosa, o tipo de mulher que todo homem quer numa cama, fogosa, gostosa, louca, puta... Finalmente, vi o grande momento chegar: "Agora eu vou gozar nessa xota gostosa, meu amor, minha mulher, agora vou te dar todo meu tesão, todo meu prazer. Goza prá mim, puta gostosa, goza cadela, que eu vou gozar' Entre estocadas rápidas e fortes, o gozo estava chegando. Sentia sua xota pulsar, apertar meu caralho, o que a fazia gritar "Ai, meu macho gostoso, meu homem, meu comedor, faz assim que eu tô gozando, fode, fode, fode tua puta, meu amor que eu estou...". Foi quando senti seu gozo escorrer pelo meu pau, e o choro, pelo gozo tão desejado, agora se instalara em seu rosto. Eu, por minha vez, quando a vi gozando, desabei como um barranco frente à enxurrada: "Ah, meu amor, como tu me deste tesão, minha mulherzinha gostosa, eu estou gozando, eu vou gozar, minha cadela gostosa, minha mulher, meu tesão, Aaaahhhhh...., estou gozandooooo...... Aquele momento parecia único, inesquecível. Nossos corpos, embevecidos de prazer, nossas mentes vazias, nosso pensamento parecia estar adormecido. Tudo era prazer, tudo era satisfação. Nossas mãos apertavam-se, como se quiséssemos parar o mundo naquele momento, congelar nossas vidas daquela forma.

O mundo poderia acabar agora, pois estávamos extasiados de prazer. Nada nos faria infelizes naquele momento. Nossos corpos mantinham-se unidos por nossos sexos. Meu caralho ainda sentia o calor de sua xota. Ela, deitada sobre o sofá, de costas para mim. Eu sobre seu corpo, penetrando-a, enquanto ela rebolava suavemente. Ficamos um bom tempo assim, curtindo aquele momento de explosão sexual, onde soltamos todo nosso tesão. E valeu a pena!!

Talvez, nunca mais tenha tanto prazer assim em minha vida, embora tenhamos tido muitos outros encontros tão quentes como aquele. Mas depois daquele dia, tive que voltar para minha cidade. Mas não foi só isso que nos afastou, não, claro que não. Essa é o tipo de mulher que se vai ao Japão, ou aonde for necessário pois, penso, o prazer é muito maior que qualquer coisa. Esse momento mágico e único. O problema todo é que ela (aliás, seu nome era Vera) era casada. A notícia foi-me dada só algumas semanas após aquele fím-de-semana do qual jamais me esquecerei. Infelizmente, não a encontrei antes. Infelizmente?? 'Não, não há o que lamentar, pois às vezes é exatamente o casamento que nos afasta desses momentos. A maioria das vezes por nossa culpa, mas muitas outras porque simplesmente só descobrimos essas coisas tarde demais. E quando descobrimos o prazer que o sexo pode nos proporcionar, descobrimos, não poucas vezes, que nossa companheira (o) não é capaz de agir de tal maneira, não tem as mesmas fantasias, ou não tem coragem de encará-las, como nós fizemos naquele que foi o melhor dia de nossas vidas.

Insaciável
Porto Alegre - RS

Amigas transando

Como ela era é gostosa, a gente se conhecia há muito tempo, ela era pequena, seios pequenos, bundinha definida, e sua xaninha... Leia mais...

Loira Gostosa

Numa ocasião convidei a Elaine, minha namorada, para ir ao cinema e depois conversar. Marcamos para um sábado a noite, lá... Leia mais...

Primeira Transa

Adolescente ainda, saí de minha cidade no interior da Paraíba para estudar em São Paulo, preparando-me para o vestibular de... Leia mais...

Sexo a três

Tenho 34 anos, loura, peitinhos durinhos, bumbum empinado, do jeitinho que os homens gostam. Há um detalhe, sou casada a oito anos.... Leia mais...

Gozo no Ônibus

"Eram cinco horas da manhã. Fazia frio e eu estava no guichê da rodoviária, como de costume,  comprando minha... Leia mais...

Que rabão!

Tudo aconteceu quando eu tinha meus 18 anos. Tinha uma namorada que se chamava Sandra  (nome fictício, claro), e era um ano mais velha... Leia mais...

Casado mas não capado

Eu era casado mas, não estava muito bem das pernas o casamento, então uma aluna sabendo disso começou a dar bola. Como eu... Leia mais...

vídeos

Os melhores e mais picantes vídeos de sexo, com qualidade, variedade e com as mulheres mais espetaculares do pornô. Desfrute dessas seções e veja vídeos quentíssimos de cenas de oral, anal, gozadas, ensaios fotográficos, trailers, segredos dos bastidores e muito mais...

trailers
As gêmeas mais cobiçadas dos pôrno!
hard vídeos
Vou fazer de tudo para realizar seus desejos no sexo!
ensaios
A Sexxxy leva você para o ANV 2010!
hot vídeos
Eu tenho um desejos e preciso de você!

fã clube

Aqui você encontra as mulheres mais gostosas, safadas, deliciosas e estrelas nacionais e internacionais, e ainda fica sabendo tudo sobre elas, com fotos, wallpapers e principalmente com vídeos quentíssimos de muita sensualidade, prazer e sacanagem... Confira!

Cleo Cadilac
A Sexxxy traz para o deleite de seu público, a...
Indiana do Funk
Na onda das funkeiras cariocas, a Sexxxy...
Vivi Ronaldinha
Sem dúvida a maior contratção do pornô nacional e...
Paula Galvão
Participante do concurso Felinas é um evento que...

dicas do erasmo

Eramos, o vendedor de churros!! Sempre aparece uma gostosa pra tentar e trazer muita diversão e sacanagem para o nosso herói. Veja as confusões que ele irá se meter!

A História da Pornochanchada

O dia em que Zé trocou o “caixão” pelo...Leia mais

Ninfetas

Traci Lords
JOVEM E NADA INOCENTE
Em meados da década de...Leia mais

Clique aqui e veja todos os contos mais picantes da internet!